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Tipo do documento: Tese
Título: Influência da expansão rápida da maxila no volume do seio frontal
Título(s) alternativo(s): Influence of rapid maxillary expansion on frontal sinus volume
Autor: Furtado, Gisela Crippa 
Primeiro orientador: Rivera, Luciana Monti Lima
Primeiro coorientador: Paranhos, Luiz Renato
Resumo: Embora existam muitos estudos acerca dos efeitos da Expansão Rápida da Maxila (ERM), não há na literatura investigações que avaliem a sua relação com possíveis alterações volumétricas do seio frontal, podendo comprometer procedimentos de identificação forense. O objetivo deste estudo observacional analítico foi confirmar a hipótese nula de que o seio frontal não sofre alteração volumétrica com a ERM. Foram selecionados 16 pacientes (10 mulheres e 6 homens) entre 10 e 15 anos de idade, com atresia de maxila e seio frontal íntegro. Os pacientes foram tratados com ERM por meio do aparelho do tipo Hyrax. Foi realizada Tomografia computadorizada de Feixe Cônico (TCFC) antes da ERM (T1) e 120 dias após o período de contenção (T2), para analisar alterações dimensionais no seio frontal. A região do seio frontal foi delimitada com o auxílio de uma mesa digitalizadora G-Pen F350 (Genius, Taipei, Taiwan), e as imagens foram mensuradas em vários cortes para posterior cálculo de volume (mm3). Para comparar a diferença entre volume médio obtido antes a após ERM foi utilizado o teste t pareado e foi descontado o aumento de volume normal esperado para a faixa etária dos pacientes do estudo - durante os 4 meses do período do estudo. O volume médio do seio frontal antes da ERM foi de 4,38 mm3 (± 2,77) e após a ERM foi de 4,29 mm3 (± 2,54) levando em consideração o valor do crescimento normal do seio frontal, não demonstrando diferença estatisticamente significativa. A hipótese nula de que o seio frontal não sofre alterações volumétricas com a expansão rápida da maxila foi aceita
Abstract: There are several studies about the Rapid Maxillary Expansion (RME) in the literature, however, the investigations don’t assess his relationship with possible volumetric changes of the frontal sinus, compromising forensic identification procedures. The objective of this observational analytical study was to verify the hypothesis that the frontal sinus remains unchanged with RME. We selected 16 patients (10 women and 6 men) between 10 and 15 years old with maxillary deficiency and frontal sinus intact. Patients were treated with RME via the Hyrax device. It performed Cone Beam Computed Tomography (CBCT) before RME (T1) and 120 days after the retention period (T2), to analyze dimensional changes in the frontal sinus. The frontal sinus area was surrounded with a table digitizer G-Pen F350 (Genius, Taipei, Taiwan), and the images were measured in various cuts for subsequent calculation of volume (mm3). To compare the difference between average volume obtained before and after RME was used paired t test and was discounted increasing normal volume expected for the age of the study patients during the 4-month study period. The average volume of the frontal sinus before the ERM was 4.38 mm3 (± 2.77) and after RME was 4.29 mm3 (± 2.54) taking into account the value of the normal frontal sinus growth, not statistically significant difference was encountered. The hypothesis that the frontal sinus does not undergo volumetric changes with rapid maxillary expansion was accepted
Palavras-chave: Técnica de Expansão Palatina
Antropologia Forense
Seio Frontal
Palatal Expansion Technique
Forensic Anthropology
Frontal Sinus
Área(s) do CNPq: CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Universidade do Sagrado Coração
Sigla da instituição: USC
Departamento: Ciências da Saúde e Biológicas
Programa: Biologia Oral
Citação: FURTADO, Gisela Crippa. Influência da expansão rápida da maxila no volume do seio frontal. 2016. 65 f. Tese (Doutorado em Biologia Oral) - Universidade do Sagrado Coração, Bauru, 2016.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
URI: http://tede2.usc.br:8080/jspui/handle/tede/361
Data de defesa: 1-Nov-2016
Aparece nas coleções:Doutorado em Biologia Oral

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